“Como posso ajudar?” Talvez desaparecendo, não?

O universo das Siri, Google Assistant, Cortana ou Amazon Alexa foi inventado para fingir que nos facilita a vida.

Começo, não o ano, mas este texto, com uma declaração de princípios: nada me move contra a chamada A.I. ou Inteligência Artificial. Desde as pesquisas pioneiras de Alan Turing (1912-1954), ainda durante mas sobretudo após a II Guerra Mundial, que ela se tem desenvolvido de forma fascinante, alimentando em simultâneo ficções de todo o género – e quer a literatura quer o cinema têm sido férteis em explorar utopias e distopias que reservam às máquinas e aos seus “cérebros” um papel útil, dominante, perverso ou, na grande maioria dos casos, ameaçador.

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