Tony Gatflif entre touros e trovadores

É um filme algo decepcionante sobretudo para quem guarde lembrança do melhor de Gatlif. Mas é uma ocasião para retomar o diálogo com ele.

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A história é, no seu esqueleto, uma história de fim de viagem
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O nome de Tony Gatlif associa-se imediatamente ao universo da(s) cultura(s) cigana(s). Não deve haver outro cineasta que tenha abordado a história e a experiência do povo cigano com a profusão e a consistência com que Gatlif o fez, numa obra que teve nos anos 1990 os seus momentos de maior atenção internacional, muito por força de um filme extraordinário, Latcho Drom, hoje surpreendentemente pouco lembrado, que seguia as pistas do périplo cigano entre a Índia e a Península Ibérica através da música (e era, antes do mais, exactamente isso: um grande musical etnográfico).

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