Para a Ryanair, os homens têm cabelo curto. Mas M. não encaixa nos padrões de género da companhia

M. é assistente de bordo na Ryanair. Deixou crescer o cabelo e, desde então, a companhia aérea tem feito avisos contínuos: deve cortá-lo, para encaixar nos padrões de aparência masculina. Mas M. indentifica-se como não-binário. “Este tipo de ‘políticas’ é padronizado por um sistema binário que é antiquado e precisa de ser revisto com urgência”

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De há um ano para cá, M. Sousa (nome fictício) está num finca-pé com a Ryanair, empresa onde trabalha como assistente de bordo. O motivo: o cabelo de M. é demasiado comprido para aqueles que são os padrões da empresa relativos à aparência masculina. Mas M. identifica-se como não-binário.

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