Candidaturas abertas para Prémio Fluviário de Mora - Jovem Cientista do Ano

O galardão visa distinguir um aluno de licenciatura, mestrado ou doutoramento que tenha publicado, como primeiro autor e no ano do concurso, um artigo sobre a temática da conservação e biodiversidade de recursos aquáticos continentais.

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Fluviário de Mora ENRIC VIVES-RUBIO/Arquivo

O Fluviário de Mora, no Alentejo, tem candidaturas abertas, até dia 31 de Dezembro, à edição deste ano do Prémio Jovem Cientista do Ano, ao qual podem concorrer alunos do ensino superior, revelou a câmara municipal.

O Prémio Fluviário de Mora - Jovem Cientista do Ano foi lançado pelo Fluviário de Mora, no distrito de Évora, no seu 3.º aniversário, em 21 de Março de 2010, em conjunto com o respectivo Núcleo de Investigação.

O galardão visa distinguir um aluno do ensino superior (de licenciatura, mestrado ou doutoramento) que tenha publicado, como primeiro autor e no ano do concurso, um artigo sobre a temática da conservação e biodiversidade de recursos aquáticos continentais (estuários e rios), lembrou o município.

Nas 11 edições já realizadas foram aceites “175 candidaturas”, tendo sido distinguido um total de “16 jovens investigadores, entre premiados e menções honrosas”, segundo disse a autarquia em comunicado enviado à agência Lusa. Esta iniciativa “consagrou-se a nível nacional como um galardão distinto e inovador, que garante a divulgação e valorização do importante papel dos jovens investigadores para o desenvolvimento do conhecimento” nas áreas em foco, argumentou.

A presente edição vai premiar o investigador distinguido “com o reconhecimento da qualidade e importância do seu trabalho” e com um prémio monetário de mil euros, acrescentou a Câmara Municipal de Mora.

As candidaturas podem ser feitas pelos professores orientadores, co-autores dos artigos ou pelos próprios alunos, mas, cada candidato, só vai poder submeter um artigo a concurso, explicou.

Propriedade da Câmara de Mora, o Fluviário está a funcionar desde Março de 2007 e foi pioneiro na Europa. O espaço simula o percurso de um rio, desde a nascente até à foz, e possui cerca de 500 exemplares de 55 espécies, além de lontras.