Violência obstétrica: “Vivi um verdadeiro inferno num lugar que se chama maternidade”

A violência obstétrica assume diversas formas, desde a agressão física, ao abuso psicológico, imposições e desrespeito pela mulher. Cinco mães contam as suas histórias numa altura em que a discussão se centra na eventual criminalização da prática.

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Soraia Coelho, Sílvia Borralho, Juana Menezes e Flora Rodrigues (da esquerda para a direita) Rui Gaudêncio

Há dezasseis anos, Flora Rodrigues deu entrada no hospital para dar à luz. As águas rebentaram no elevador e deixaram-na a “vaguear pelo hospital enquanto as águas corriam pelas pernas”. Começa aqui uma série de acontecimentos que a iriam marcar para o resto da vida.

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