Em terras de pão e água, não falta vida à volta dos moinhos

Albergaria-a-Velha não deixa créditos por mãos alheias, honrando a sua condição de concelho da Europa com o maior número de moinhos de água inventariados. Tem uma rota dedicada a estes engenhos e, nalguns deles, os visitantes são mesmo convidados a entrar.

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Albergaria-a-Velha, Rota dos Moinhos de Água, Moinhos da Quinta da Ribeira Adriano Miranda
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Joel Lapas recorda-se bem daqueles tempos de infância. Assim que saía da escola, pedia para ir ajudar o tio nos moinhos que a família tinha no rio Caima. Teria uns “sete, oito anos”, recorda, e já lhe dava gosto ver as mós a girar e a transformar os grãos em farinha. Acabou por regressar aos moinhos na reforma, depois de uma vida a trabalhar como operário fabril, e, hoje, aos 81 anos, vê-se que o faz com muito gosto. Conta com a preciosa ajuda da mulher, Helena Macedo, também ela com 81 anos, e de outros elementos do Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas, colectividade que adquiriu e recuperou três moinhos localizados junto ao rio Fílveda. “Vamos moendo o nosso milho, trigo, centeio e abrimos isto a visitas”, explicam-nos a partir do Moinho de Baixo, em pleno parque da Ribeira de Fráguas, em Albergaria-a-Velha, o concelho da Europa com o maior número de moinhos de água inventariados. Palavra de quem os andou a estudar – contabilizando mais de 360 no município – e esteve na génese de uma rota dedicada aos moinhos de água.