Jardim Botânico Tropical: Lisboa cai na toca do coelho e aterra no Magical Garden de Alice

O Jardim Botânico Tropical transforma-se num “limbo entre a imaginação e a realidade”, inspirado no universo surreal e multidimensional saído da pena de Lewis Carroll. A porta para entrar no outro lado do espelho está aberta a partir de 18 de Novembro.

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Jardim Botânico Tropical: O Magical Garden de Alice DR/OCubo
Jardim Mágico - Alice
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Jardim Botânico Tropical: O Magical Garden de Alice DR/OCubo
,Alice no jardim mágico
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Jardim Botânico Tropical: O Magical Garden de Alice DR/OCubo

É nas linhas escritas pelo romancista britânico Lewis Carroll (nascido Charles Lutwidge Dodgson, em 1832) que se lançam os dados para mais uma temporada de luz, cor e magia imersiva e interactiva no Jardim Botânico Tropical da Universidade de Lisboa, em Belém

Os clássicos As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho dão o mote à mais recente criação do ateliê OCubo – que assinou espectáculos de video mapping como Lisbon Legends, Lisbon Under Stars, Porto Legends - The Underground Experience, festival Lumina, Impressive Monet & Brilliant Klimt ou Il Divino Michelangelo & Il Genio Da Vinci, sem esquecer, claro, a edição anterior do Magical Garden.

Entre 18 de Novembro e 17 de Abril, Alice in Magical Garden convida o público a passear e mergulhar na história intemporal e surreal da menina que entra num mundo cheio de simbolismos e sem limites para a imaginação, questionando os princípios da lógica. “Uma viagem mágica pelos acasos mais divertidos e alucinantes que ela viveu”, refere a nota de imprensa, feita de “esculturas luminosas, instalações sonoras, experiências multimédia, interactividade e realidade aumentada”, e emoldurada pelas projecções na fachada do Palácio dos Condes da Calheta.

O percurso nocturno é composto por 24 pontos, distribuídos ao longo de um quilómetro, e por onde passam “algumas das mais famosas e mirabolantes personagens do fantástico mundo de Alice no País das Maravilhas, como o Coelho Branco, o Gato Risonho, a Lagarta Azul ou a Rainha de Copas”. 

O espectáculo mantém o fio condutor das produções anteriores: tornar o espectador parte integrante da história e proporcionar uma experiência familiar que, nas palavras do director criativo d’OCubo, Nuno Maya, “é uma alegoria das nossas próprias vidas, onde podemos ser grandes ou pequenos, curiosos e aventureiros”, mas acima de tudo, nos transporta “para um universo divertido, colorido e onde tudo é possível”.