Há uma nova base de dados sobre crianças e adultos que nasceram demasiado cedo

O Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) participaram no projecto europeu que recebeu financiamento de mais de nove milhões de euros.

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Esta quarta-feira assinala-se o Dia Mundial da Prematuridade daniel rocha

O projecto chama-se Recap (sigla em inglês para Research on European Children and Adults born Preterm) e juntou 20 instituições de 12 países. É um estudo sobre os factores de risco de crianças prematuras incluindo também os dados sobre a saúde de adultos que nasceram demasiado cedo (antes das 32 semanas de gestação) ou com muito baixo peso (menos de 1500 gramas). A construção da plataforma de dados, financiada pelo programa Horizonte 2020 com nove milhões e 700 mil euros, contou com a participação de dois institutos de investigação portugueses.