A angústia do professor à beira da reforma

O texto e a encenação de Pedro Gil exploram com muito boa vontade e considerável dose de ironia as realidades e as contradições entre uma ideia de teatro e a vida real de uma arte que, em grande parte, vive de pôr-se em causa.

teatro-nacional-d-maria-ii,democracia,critica,teatro,culturaipsilon,biotecnologia,
Fotogaleria
Um professor que no balanço pessoal, vê falhanço e frustração e o desejo não cumprido de um teatro que mude alguma coisa, contrarie a corrente do tempo, seja um pilar da democracia. Portanto, o melhor é faz Filipe Ferreira
teatro-nacional-d-maria-ii,democracia,critica,teatro,culturaipsilon,biotecnologia,
Fotogaleria
Para este professor o melhor é fazer sofrer os seus alunos de representação e, assim, afastá-los do teatro para sua salvação Filipe Ferreira
teatro-nacional-d-maria-ii,democracia,critica,teatro,culturaipsilon,biotecnologia,
Fotogaleria
Uma dúzia de alunos (Ana Isabel Arinto, Anna Leppänen, Bruno Ambrósio, Catarina Pacheco, Joana Bernardo, João Estima, João Jonas, Júlia Valente, Mário Coelho, Sara Inês Gigante, Siobhan Fernandes e Tomás de Almeida) Filipe Ferreira
teatro-nacional-d-maria-ii,democracia,critica,teatro,culturaipsilon,biotecnologia,
Fotogaleria
Professor interpretado exemplarmente por António Fonseca Filipe Ferreira
,Teatro musical
Fotogaleria
Filipe Ferreira
teatro-nacional-d-maria-ii,democracia,critica,teatro,culturaipsilon,biotecnologia,
Fotogaleria
Filipe Ferreira

O melhor é fazê-los sofrer. É esta a conclusão do professor que não tarda está reformado e, no balanço pessoal, vê falhanço e frustração e o desejo não cumprido de um teatro que mude alguma coisa, contrarie a corrente do tempo, seja um pilar da democracia. Portanto, o melhor é fazer sofrer os seus alunos de representação e, assim, afastá-los do teatro para sua salvação. Mas salvação de quem?

Sugerir correcção
Comentar