Malta, um território não se mede aos palmos

Tem mais monumentos por quilómetro quadrado do que qualquer outro país e milhares de anos de história para contar. Malta é um pequeno território com várias culturas e vivências dentro, difícil de deixar para trás sem a vontade de regressar.

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Miguel Manso
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La Valletta Miguel Manso
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La Valletta, Basílica de Nossa Senhora da Assunção, mais conhecida como Rotunda de Mosta Miguel Manso
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La Valletta Miguel Manso
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La Valletta Miguel Manso
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La Valletta Miguel Manso
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La Valletta Miguel Manso
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La Valletta Miguel Manso
,Piscina de São Pedro
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La Valletta: a Concatedral de São João – a catedral mantém-se na antiga capital, Mdina Miguel Manso
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Mdina Miguel Manso
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Mdina Miguel Manso
Catacumbas de São Paulo
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Rabat: as Catacumbas de São Paulo Miguel Manso
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Rabat: as Catacumbas de São Paulo Miguel Manso
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Em Rabat Miguel Manso
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Em Rabat Miguel Manso
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Templo de Hagar Qim Miguel Manso
Transportede água
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Marsaxlokk, vila piscatória Miguel Manso
Barco
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Marsaxlokk, vila piscatória Miguel Manso
Barco
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Na dghajsa, pequeno barco em forma de gôndola: a travessia entre La Valletta e as Três Cidades Miguel Manso
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Passeio pelas Três Cidades, como são conhecidas as cidades fortificadas de Birgu, Senglea e Cospicua Miguel Manso

Malta conquista-nos à primeira vista e é difícil explicar porquê. Talvez seja pelo de facto de concentrar, em tão pouco território, cerca de 7000 anos de história ou pela variedade de culturas que foi absorvendo das várias civilizações que por lá passaram. A culpa também pode ser da sua riqueza arquitectónica e artística, das praias ou da gastronomia. Ou da simpatia das suas gentes. Bem vistas as coisas, será a soma de tudo isto que nos leva a cair de amores por este país plantado no meio do Mediterrâneo – e que se estende por cinco ilhas (Gozo, Comino, Comminotto e Filfla, para além de Malta) – e a sair de lá com vontade de regressar.