O lixo! O lixo!

A frase dá título a uma obra de Maria Gabriela Llansol: O Começo de um Livro É Precioso. Sem me sujeitar ao ridículo de pedir desculpa à escritora morta pela apropriação e/ou desvirtuação do seu sentido, sobretudo repudiando a afronta de insistir na classificação de Maria Gabriela Llansol como a “esotérica de serviço”, segundo expressão entristecida da própria, tomo-a de assalto — à frase — e assevero que o começo de uma crónica é precioso.