Pelos caminhos da Rota do Românico: em nome de Deus, dos homens e do vinho

A ideia foi unir os concelhos da Rota do Românico sob um denominador comum, o vinho. Daí nasceu um ciclo de exposições Ver do Bago. Um Brinde entre Deus e os Homens. E esse foi o pretexto da Fugas para regressar aos vales do Sousa, do Tâmega e do Douro: em busca da religião, da gente e do vinho.

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Mosteiro de São Salvador de Travanca Ana Marques Maia
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Dona Rosa, guardiã do Mosteiro de São Salvador de Travanca Ana Marques Maia
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Dona Marília, “guardiã da chave” há "50 e tal anos” da Igreja de São Tiago de Valadares Ana Marques Maia
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Em Baião, a exposição "Ver do Bago" no Mosteiro de Santo André de Ancede Ana Marques Maia
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Em Baião, a exposição "Ver do Bago" no Mosteiro de Santo André de Ancede Ana Marques Maia
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Baião, Ancede - Capela do Senhor do Bom Despacho Ana Marques Maia
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Mosteiro de Sáo Salvador de Travanca Ana Marques Maia
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Mosteiro de Sáo Salvador de Travanca Ana Marques Maia
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Igreja de São Tiago de Valadares Ana Marques Maia
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Amarante - Mosteiro de São Martinho de Mancelos Ana Marques Maia
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Amarante - Mosteiro de São Martinho de Mancelos Ana Marques Maia
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Gondar - Igreja de Santa Maria de Gondar Ana Marques Maia
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Gondar - Igreja de Santa Maria de Gondar Ana Marques Maia
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Amarante, a ponte e Igreja de Sao Gonçalo em obras Ana Marques Maia
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Quinta dos Carapeços Ana Marques Maia
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Quinta da Covela Ana Marques Maia
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Ana Marques Maia

O ponto de encontro é na sede da Rota do Românico (RR), estamos em Lousada, Vale do Sousa. E, segundo José Augusto Costa, técnico da rota que nos acompanhará, românico mais português não há. “É a região que foi mais depressa povoada”, explica, e as construções são ainda de estilo românico mas nacionalizado. Com um cunho português, numa altura em que Portugal dava os seus primeiros passos. Ou era ainda uma miragem, mesmo neste território de Entre-Douro-e-Minho, coração do Condado Portucalense.