Pablo Pichardo: “Proposta do Benfica era a quarta ou quinta da lista no que me iam pagar”

Recordista nacional do triplo salto fala do título olímpico que conquistou em Tóquio e do encaixe perfeito com Portugal.

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Daniel Rocha

Não foi por dinheiro, diz Pedro Pablo Pichardo, que saiu de Cuba. E não foi por dinheiro que escolheu Portugal para ser o seu país de acolhimento. A proposta do Benfica, diz, era apenas a quarta ou quinta mais vantajosa em termos financeiros, atrás de outras que vinham de países como a Turquia, o Azerbaijão ou a Itália. Foi o seu pai e treinador que achou que Portugal era melhor para ele e, cinco anos depois, os resultados estão à vista: campeão olímpico em Tóquio há pouco menos de dois meses e com o recorde mundial na mira. Em conversa com o PÚBLICO durante um evento em que um dos seus patrocinadores, a Red Bull, apresentou uma edição especial da famosa bebida energética com o seu rosto, Pichardo recordou o dia em que conquistou o ouro no Japão e da não-relação com Nélson Évora, do encaixe perfeito que teve com Portugal e das saudades que não tem do país onde nasceu.

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