As contas baralhadas, a obra e “a dívida” do regressado Santana

A campanha na Figueira da Foz vai animada e incerta. O PS tinha a vitória praticamente garantida, mas a candidatura do agora independente Santana Lopes veio complicar as contas. O PÚBLICO andou com os dois candidatos com vereadores eleitos e com o que lhes está a “morder as canelas”.

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Os cartazes de propaganda do PS, PSD e de Santana estão espalhados por todo o concelho da Figueira da Foz
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Carlos Monteiro (PS)
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Pedro Machado (PSD)
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Pedro Santana Lopes ("Figueira a Primeira")

A Figueira da Foz voltou a ter um Verão farto. Apesar da pandemia da covid-19 ainda andar por aí, os turistas regressaram e os hotéis e restaurantes encheram-se. Na passada sexta-feira e sábado, dias abafados apesar de algumas nuvens que ocasionalmente tapavam o Sol, a longa marginal da cidade paralela ao bonito e extenso areal, fervilhava de gente. Nas praias ainda havia milhares de pessoas a aproveitar os últimos dias da época balnear. Nas muitas esplanadas também não faltavam clientes. As noites ainda foram animadas por bandas musicais que percorreram a cidade e os jovens, como um pouco por todo o país, voltaram a encher bares e ruas.