X-Ray Spex: uma música que não tem fim

Polly fugiu do mundo. A música sobrevive. E essa, em Germfree Adolescents e Transluncence, não tem fim. A música é uma personagem de Poly Styrene: I Am a Cliché, documentário que pode ser visto hoje no jardim do Palácio das Galveias, em Lisboa, às 21h15 (IndieLisboa).

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A música é uma personagem de Poly Styrene: I Am a Cliché, documentário que pode ser visto hoje no jardim do Palácio das Galveias às 21h15 (IndieLisboa). Mas não é a única. A vida de Marianne/Polly nas suas mais diversas condições e faces ocupa grande parte do filme, mesmo se o seu palco foi, essencialmente, musical. Poly Styrene escreveu, compôs e interpretou as canções dos X-Ray Spex e quando abandonou a banda declarou o fim da banda. Mas nunca houve um verdadeiro fim. A influência musical e poética do grupo manifestou-se imediatamente a seguir, como dão conta, no documentário, os testemunhos de Don Letts, Bina Birch (The Raincoats), Neneh Cherry ou Lora Logic que, com 17 anos, chegou a integrar a primeira formação dos X-Ray Spex.

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