“Nós temos pressa; os taliban não pensam assim”

Militares portugueses ouvidos pelo PÚBLICO recordam as missões em Cabul. Acreditam que a estratégia de regresso ao poder estava desenhada pelos taliban desde que perderam a capital do Afeganistão.

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Nuno Ferreira Santos
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Juntos têm cerca de 27 meses de Afeganistão em missões da NATO. São apenas três oficiais de Infantaria dos 4500 militares enviados por Portugal que passaram pelas terras afegãs e recordam as baixas do 1.º sargento comando Roma Pereira e do soldado pára-quedista Sérgio Pedrosa. Esta quinta-feira, em Lisboa, a oito mil quilómetros do colapso, partilham com o PÚBLICO a sua ponderação sobre como foi possível, duas décadas depois, o regresso dos taliban ao poder. Reconhecem os locais que hoje vêem pela televisão, admitem que mexe com eles. Estão entre a apreensão e a tristeza.

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