“Madeira, Jardim da Esperança”: o regresso da Festa da Flor com cortejos, mostras, música e moda

O programa da Festa da Flor, que se mudou da Primavera para o Outono devido à pandemia, prolonga-se por quase todo o mês de Outubro, de 1 a 24. Os cortejos alegóricos estão marcados para o primeiro fim-de-semana.

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Enric Vives-Rubio
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RUI GAUDENCIO / PUBLICO
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Flor
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Desenho floral
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Festa da Flor
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Planta com flor
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Enric Vives-Rubio
,Planta nativa
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Andreia Gomes Carvalho

É tradicionalmente uma festa primaveril, mas a pandemia trocou as voltas ao nosso mundo e levou à passagem da Festa da Flor madeirense para o Outono. Com uma programação que vai florir durante quase todo o mês de Outubro, a celebração que mostra como a Madeira é realmente um jardim inclui um muro da esperança (cortejo infantil), o habitual cortejo alegórico, mas também mercado e gastronomia regional, exposição e concertos, tapetes e decorações florais e um Madeira Flower Collection, evento que “pretende promover a moda regional”, explica o Turismo da Madeira. 

Sendo um dos principais eventos do ano na atracção de turistas ao arquipélago, a história da Festa da Flor remonta a 1954, altura em que era organizada pelo Ateneu Comercial do Funchal - mais tarde, em 1979, seria retomada e adoptada pelo Governo Regional. Apesar da pandemia, não chegou a ser cancelada em 2020, foi adiada para Setembro.

Este ano, regressa sob o mote “Madeira, Jardim da Esperança”. Um tema que “tem a ver com um virar de página” onde a Madeira se posiciona como “um jardim de esperança para as nossas vidas e também para a retoma que se quer no turismo e, consequentemente, para toda a economia”, explicava o secretário regional do Turismo, Eduardo Jesus, em comunicado. O turismo, adiantava-se, representa cerca de 26% do PIB regional. 

Espera-se que a festa seja um “grande momento de alegria”, sublinhava Jesus: “Tanto para os nossos residentes, que tanto vivem este evento, como também para os visitantes que há muitos anos o reconhecem como um dos momentos mais relevantes da nossa oferta de animação turística”.

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