Tempos de paragem

Parar é também recuperar alegrias, momentos, esgares e olhares, risos e sorrisos, mesmo que tapados com máscaras. É tempo de abraçar, sem medos, pois prefiro morrer da doença que da cura.

Os momentos de paragem da actividade do dia-a-dia são atreitos à introspecção. Perdidos no azul do mar, no verde da montanha ou em frente a um telemóvel, o cérebro empurra-nos para balanços, em especial quem vive por anos lectivos, como é o caso, entre outros, dos professores.

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