Não é um bicho papão, é a padaria Bicho Pão

Esta história tem dois Pedros e uma Teresa e uma padaria que é um bicho estranho numa “pequena bolhinha” que é a Póvoa de Varzim. Quem tem medo do Bicho Pão?

povoa-varzim,gastronomia,fugas,empreendedorismo,turismo,ambiente,
Fotogaleria
Teresa Pacheco Miranda
povoa-varzim,gastronomia,fugas,empreendedorismo,turismo,ambiente,
Fotogaleria
Teresa Pacheco Miranda
povoa-varzim,gastronomia,fugas,empreendedorismo,turismo,ambiente,
Fotogaleria
Teresa Pacheco Miranda
povoa-varzim,gastronomia,fugas,empreendedorismo,turismo,ambiente,
Fotogaleria
Teresa Pacheco Miranda

Ainda há aquela senhora que entra e pede uma sopa e um pão com marmelada ou o senhor que manda vir um Martini ou um bagaço. “Aqui ainda há pessoas que chamam a isto boroa e isso parte-me o coração”, sorri António Pedro. “E dizem que está queimado. E perguntam ‘não têm pão normal?’ Ou que é azedo.” Gastronomicamente e culturalmente falando, a Póvoa de Varzim “ainda é um sítio hermético” e “difícil de mudar”. O projecto Bicho Pão, padaria artesanal, de fermentação natural, farinha biológica, moagem em mó de pedra — e outras coisas que muitos de nós já entranharam depois de estranhar —, meteu mãos à massa para mostrar que não é um bicho papão.