Empresas preparam “novo normal” e admitem modelos de trabalho híbrido

Com o teletrabalho a deixar de ser obrigatório, há empresas em que a organização futura passará pela convivência entre o trabalho presencial e remoto. Há quem já aponte para dois dias da semana em casa.

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Paulo Pimenta

Ninguém que tenha experimentado o teletrabalho no decorrer destes longos meses de pandemia ficou indiferente às virtudes e defeitos do modelo. Depois de terem convivido com esta realidade, para as organizações, o regresso à normalidade possível com o fim do teletrabalho obrigatório traz desafios significativos.