O Taproom de um Colossus D’os Diabos

Antes de mais é uma fábrica de cerveja artesanal - agora, de duas cervejas. Mas como os proprietários gostam muito de receber pessoas, abriram um bar. Um verdadeiro Taproom, no Porto, onde se provam as cervejas das marcas e, quem quiser, vê onde estas são produzidas.

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Nelson Garrido
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Olhamos a grande lousa pendurada na parede e ouvimos a descrição. Colossus Brava (Blonde Ale), “não haverá cerveja mais ‘normal’, é leve e loira”; Colossus Adamanteia (Smoked Witbier), “de malte de trigo fumado, estilo belga, doce”; D’os Diabos Noir (Porter), “preta, mas relativamente leve” [confirma-se: todo o sabor da cerveja preta, com uma leveza insuspeita]; Colossus Wonderlust (American IPA), “mais amarga”; Colossus/D’Os Diabos Velzebus, “edição especial, uma Hoppy Brown Ale”; Cantinho 1982 (Imperial Fig Porter), “feita com figos, edição especial, um barril que está quase vazio”; Colossus Vasco (Imperial Stout”, “negra, pesada, cumpre”; “D’os Diabos English Strong Ale”, “a mais nova que fizemos”. E saltamos a ordem com que o menu se alinha para deixarmos a Colossus/D’Os Diabos Velzebus para último - é uma “Hoppy Brown Ale” e é, duplamente, uma “edição especial”: “marca o início da união das duas empresas”. As duas empresas são as cervejeiras Colossus e D’os Diabos, agora unidas nos mesmos proprietários (são cinco sócios), na mesma fábrica, no mesmo taproom - o Taproom, onde estamos.