Santos populares e romarias. Empresários de diversões vivem numa montanha-russa

Algumas autarquias, como o Porto, permitiram a abertura de zonas de diversão. Empresários parados desde 2019 vêem “uma luz ao fundo do túnel”, mas receiam que ela se possa apagar a qualquer momento e estragar mais um Verão

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Nelson Garrido
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Sérgio Azenha
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A ficha ainda não caiu a Manuel Monteiro: “Vou para a cama e ponho-me a pensar... Será que é verdade? Será que estou mesmo a trabalhar?”. O empresário de diversões mudou-se há 22 anos do ramo da carpintaria para o negócio dos carrinhos de choque com o irmão. A empresa foi crescendo até bater de frente com a pandemia e ser obrigada a parar. Nos armazéns do Marco de Canavezes, continuavam guardadas, até há pouco tempo, todas as cinco pistas que possui. Cada uma construída com as próprias mãos, peça por peça. Só nas últimas semanas, uma pôde finalmente sair e seguir caminho para o Porto, para ser montada na Rotunda da Boavista, onde ficará em funcionamento até final de Junho. 

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