Quinta Vale D. Maria Tinto 2018: um tinto monumental (mas não perfeito) do Douro

Como pontuá-lo, então, sem entrar numa contradição insanável? Terei que valorizar a sua enorme riqueza, complexidade, elegância e franqueza. E penalizar o excesso...

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Muitos críticos passam o tempo a perorar contra o excesso de álcool e o uso de barrica nova, mas depois, perante certos vinhos com muito álcool e presença notória de barrica, desfazem-se em elogios. Tenho que confessar: esta incongruência também me fulmina com alguma regularidade.

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