Na mobilização, o 1.º de Maio voltou (quase) a ser o que era

Isabel Camarinha insistiu no aumento geral de 90 euros em todos os salários e na subida do ordenado mínimo para 850 euros - os 40 euros que o Governo promete para 2022 “já vêm tarde”.

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Nuno Ferreira Santos
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Não foram só as máscaras o que a pandemia trouxe de diferente à manifestação do 1.º de Maio da CGTP-IN: há hoje mais desempregados, mais gente a ganhar muito menos e muito mais empregos precários. “Temos muito mais razões para protestar. Não podemos é calar-nos, mesmo que no trabalho tenhamos que comer e calar”, dizem Matilde, que trabalha num call center, apesar do curso de Psicologia que nunca exerceu, e a mãe, Isabel, que geria até há pouco tempo uma pequena empresa de limpezas.