Supremo dá razão a antigo director de ‘escola-modelo’, que esteve suspenso seis meses sem salário

Supremo Tribunal Administrativo considerou que o processo já estava prescrito, e manda Secretária Regional de Educação da Madeira pagar vencimentos atrasados e contabilizar os 180 dias de tempo de serviço.

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Gregório Cunha

Existe alívio, e existe mágoa, na voz de Joaquim Sousa, o antigo director da Escola Básica 123 do Curral das Freiras, na Madeira, que viu esta semana o Supremo Tribunal Administrativo (STA) dar-lhe razão, num processo disciplinar movido pela Secretaria Regional de Educação (SRE).