Filipe, príncipe consorte, uma vida dois passos atrás da rainha

Aprendeu por “tentativa e erro” a ser marido da rainha, encontrou o seu lugar e dedicou a vida a ocupá-lo. Controverso, ganhou o respeito da maioria dos britânicos. “Ele tem sido a minha força e o meu esteio”, disse Isabel II sobre o marido. Filipe morreu esta sexta-feira, aos 99 anos.

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Isabell II e Filipe num memorial de homenagem aos soldados britânicos mortos na I Guerra Mundial, em 2014 ANDY RAIN/EPA
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O casal em 2012, numa corrida de cavalos FACUNDO ARRIZABALAGA/EPA
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A família real britânica de visita a Lisboa, em 1985, na companhia do Presidente Ramalho Eanes e da mulher, Manuela Eanes MANUEL MOURA/EPA
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O duque de Edimburgo num encontro com veteranos de guerra na Abadia de Westminster, em 2012 ANDY RAIN/EPA
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Duque de Edimburgo na Universidade de Cambridge, em 1994 Bob Collier/Reuters

Era o “mais intrigante membro da família real”, escreveu Moira Hodgson a propósito da última biografia do príncipe, Prince Philip Revealed: A Man of His Century, editada no final do ano passado. “A sua infância foi bizarra. Nasceu numa mesa da sala de jantar de uma villa em Corfu, Grécia”, continua o texto no The Wall Street Journal. Um começo de vida pouco ortodoxo para alguém que haveria de se tornar no mais longevo consorte da família real britânica, mais de 73 anos como marido da monarca viva com mais anos de reinado no mundo.