Irlanda do Norte: eis os fantasmas da violência sectária que o “Brexit” ajudou a desenterrar

Unionistas e nacionalistas envolvidos em confrontos e motins há várias noites consecutivas, com forças paramilitares implicadas. Líderes políticos convergem na condenação da violência, mas divergem nos factores que a incentivam.

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JASON CAIRNDUFF/Reuters
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Belfast
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Ainda é (muito) cedo para fazer um paralelismo com os longos anos de guerra civil que transformaram a Irlanda do Norte num campo de batalha entre protestantes unionistas e católicos republicanos – no qual morreram mais de 3 mil pessoas entre 1960 e 1998 –, mas os episódios de violência ocorridos em diversas localidades da ilha há várias noites consecutivas levaram o subchefe da polícia norte-irlandesa a admitir esta quinta-feira: “A [violência da] noite passada foi de uma escala que não víamos em Belfast e noutros lugares da Irlanda do Norte há muitos anos”.