Portugal vai levar a Veneza sete casos de arquitectura marcados pelo conflito

Torres do Aleixo (Porto), Conjunto “Cinco Dedos” (Lisboa), SAAL na Meia Praia (Lagos), Aldeia da Luz (Mourão), Estaleiro da Margueira (Almada), Ilha da Bela Vista (Porto) e Reconstrução de Casas Destruídas pelos Incêndios de 2017 (Região Centro) são os projectos documentados na exposição, que abre a 22 de Maio.

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Torres do Bairro do Aleixo, Porto Nelson Aires
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Conjunto Habitacional Cinco Dedos, Lisboa DGPC/SIPA
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SAAL Algarve - Apeadeiro da Meia Praia, Lagos Alexandre Alves Costa/ Centro de Documentação 25 de Abril
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Plano de Pormenor da Aldeia da Luz, Mourão Pedro Bandeira
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Reconversão do Estaleiro da Margueira - A Elipse, Almada Contemporânea
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Reabilitação da Ilha da Bela Vista, Porto Susana Varela/ Cerejeira Fontes Architects
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Reconstrução de Casas Destruídas pelos Incêndios de 2017, Figueiró dos Vinhos, Pampilhosa da Serra e Pedrógão Grande Fernando e Sérgio Guerra/ Ateliermob

Começa com a ideia utópica de criar vizinhança numa construção em altura ainda na década de 60 com as Torres do Aleixo, passa pelo ambiente militante e festivo no pós-25 de Abril de 1974 e conclui-se ainda no rescaldo dos violentos incêndios que martirizaram a Região Centro do país em 2017, a viagem com que o colectivo portuense de arquitectos depA vai documentar mais de quatro décadas da arquitectura portuguesa na 17.ª Bienal de Veneza, a partir do próximo dia 22 de Maio.