Com século e meio, o “monumento vivo” do Príncipe Real resiste a todas as “vicissitudes”

“Um ser extraordinário”, a quem a morte já foi profetizada várias vezes. Celebridade de Lisboa, continua a dar provas de resiliência. Uma “sobrevivente” muito admirada.

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Rui Gaudencio
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Compro uma relibertada bica ao senhor Oliveira no seu quiosque, instituição do jardim, espreito os jornais no quiosque do senhor Henrique, paro uns segundos atrás do senhor Nagashima, que pinta na tela o “cedro-do-Buçaco" que reina no Príncipe Real – “é muito bonito”, diz-me este japonês de 76 anos que há duas décadas se dedica a pintar Lisboa de alto a baixo. À volta d’ “a árvore” passeiam-se pais, filhos e cães, à sua sombra senta-se o senhor José Relvas, “86 anos, mais de 60 por aqui”. Ele ajeita o boné e diz-me: “Ela já esteve mais acabada.”