Que aprendemos com o ano que pareceu um século?

Haverá uma forma de resumir as lições que nos foram dadas por este ano que pareceu um século? Deixem-me tentar numa só frase, a que volto sempre: é preciso um novo contrato entre humanidade, natureza e tecnologia.

Diz-se que Lenine dizia: “Há décadas em que nada acontece, e depois há semanas em que acontecem décadas”. Esqueceu-se de acrescentar: há anos que parecem séculos. E o nosso último ano foi um desses.