António Costa: “Daqui a cinco anos, estaremos mais próximos da Alemanha do que estávamos há cinco anos”

António Costa recusa as críticas de que o PRR privilegia o Estado em detrimento da iniciativa privada e diz que o tecido produtivo português de hoje nada tem a ver com o de “há 20 ou 10 anos”. Mas, na sua opinião, o Estado deve ter um papel indirecto, mas determinante, no estímulo e na modernização das empresas.

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O Plano de Recuperação e Resiliência português tem sido muito criticado por empresas e por alguns partidos no que tem a ver com a repartição do bolo: 65% para o Estado, 35% para a iniciativa privada.
Primeiro, essa conta não corresponde à realidade. A encomenda pública dirigida às empresas corresponde a qualquer coisa como 11 mil milhões dos 13 mil milhões que estão previstos no programa.