A pandemia não travou o voluntariado: “As pessoas não têm fome só dia sim, dia não”

A crise pandémica veio iluminar, e agravar, as desigualdades sociais. Numa altura em que não se pode sair de casa, há quem se mova, dia e noite, por aqueles que não têm uma casa, uma refeição ou até carinho. Apesar das restrições, as respostas do voluntariado têm sido plurais, primando pela sensibilidade em antever os problemas.

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Nas refeições de rua, o CASA do Porto serve toda a gente que aparece, mesmo quem não está em situação de sem abrigo Adriano Miranda
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A carrinha do CASA vai ao encontro do senhor Manuel, que não pode abandonar o seu lugar Adriano Miranda

Quando é mais necessário, o voluntariado reinventa-se para dar resposta à crise de pobreza que se agrava cada vez mais, de mãos dadas com a sanitária. Ao PÚBLICO quatro organizações contam o que foi necessário mudar para ultrapassar os constrangimentos criados pela pandemia no voluntariado e provam que continuar a fazê-lo é crucial para amparar populações desprotegidas, na hora em que elas mais precisam. 

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