Crítica
Herzog e os asteróides
Um músico de jazz norueguês que se interessou em descobrir micro-meteoritos com instrumentos caseiros no tecto de uma arena desportiva de Oslo. Um padre jesuíta que tem a seu cargo a colecção de meteoritos do observatório do Vaticano. Um povo de uma ilha longínqua, com 400 habitantes, que acredita que os cometas e os meteoritos são as almas dos desaparecidos. Exactamente o tipo de gente que Werner Herzog tem uma paixão sôfrega e infinita por filmar, gente com um pé no quotidiano e outro no transcendente, com o êxtase mesmo ali ao lado do banal.
Pense bem, pense Público
O jornalismo livre, plural e independente precisa do seu apoio e do sem empenho cívico. Assine o PÚBLICO e tenha acesso ilimitado a todas as nossas notícias, opiniões, reportagens ou entrevistas. Não prescinda da sua cidadania plena e do seu direito de ser informado. Não deixe que as grandes questões em aberto na sociedade portuguesa lhe passem ao lado..
Junte-se a nós.