Testes vão ser feitos em massa mas de forma “controlada”. Podemos chegar aos 100 mil por dia

Rastreio, que juntará a utilização dos testes convencionais com os testes rápidos, “manter-se-á em função da evolução da epidemia”. Uma das estratégias será aproveitar a ida ao centro de saúde para perguntar ao utente se quer ser testado.

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Daniel Rocha
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Em Janeiro, chegaram a estar pendentes em todo o país 56 mil inquéritos epidemiológicos a pessoas infectadas com o novo coronavírus, mas a situação melhorou substancialmente entretanto. Esta quinta-feira, eram já pouco mais de quatro mil os inquéritos que estavam por fazer, adianta a directora-geral da Saúde, Graça Freitas. Depois das críticas de peritos na última reunião do Infarmed e da decisão anunciada pelo primeiro-ministro, a testagem em massa com testes rápidos de antigénio vai avançar, mas de uma forma “controlada” e “com regras”, sublinha a directora-geral, que estima que será possível chegar aos 100 mil por dia, somando os rápidos e os convencionais (PCR). Esta será, porém, “sempre uma leitura imperfeita da realidade”, avisa.