O teatro “como uma luta de cães” e outras obsessões 20-21

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Ao fim de dez anos a ver teatro a um ritmo semanal, e a levar com muita coisa que não aquece nem arrefece (vulgo, “mais valia ter ficado em casa”), é raro sair de um espectáculo completamente assoberbada. Aconteceu no dia 18 de Dezembro, no final das épicas quatro horas de Bajazet, considerando o Teatro e a Peste, espectáculo que o histórico encenador alemão Frank Castorf levou ao Teatro Nacional São João (TNSJ).