Presidência portuguesa: um semestre para devolver a União Europeia à normalidade possível

A resposta à crise sanitária, económica e social provocada pela pandemia será a primeira, segunda, terceira, quarta e quinta prioridade de Lisboa para os meses em que terá a responsabilidade de conduzir os trabalhos do Conselho da UE.

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ANTÓNIO COTRIM/Lusa
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JOSE SENA GOULAO/Lusa

Pela quarta vez na sua História, Portugal assumiu, na sexta-feira dia 1 de Janeiro, a presidência rotativa da União Europeia, num contexto extraordinário que torna este exercício semestral necessariamente distinto e incomparável com os anteriores — e num momento de viragem em que os 27 já começam a perspectivar o regresso à normalidade possível, depois da crise mais grave que a Europa teve de enfrentar nos últimos 80 anos.