Vila do Conde: no GinT, o lema é “beba para recordar, não para esquecer”

A paixão de Tiago Sanches chama-se gin e ele não a esconde: para os lados de Vila do Conde faz gins e experiências “destemidas”. Como uma edição exclusivíssima que é como um filho do gin e do vinho do Porto. Pronto a ser lançado o gin com chá-verde da açoriana Gorreana.

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Ana Marques Maia

Fazem-se experiências para um cocktail com ginja de Óbidos, há seringas na bancada, “para medições rápidas e fugas menores”: “Foi um desafio que nos lançaram ontem, a Opidium estava em interessada em fazer algo com gin para o Natal”. Funcionam os alambiques – destila-se o Rubro, o gin original: “Estamos na fase de distinguir as cabeças (heads) das caudas (tails) [o início e o fim da destilação: os “corações”, hearts, o meio, é o pretendido]”, conta Tiago Sanches. Vão-se fazendo testes ao que vai saindo, cheira-se e prova-se. À terceira amostra, “o mouthfeel é menos agreste”. Continua a destilação.

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