Viva Paul McCartney!

McCartney continua a ser um menino-prodígio, vaidoso ao ponto da magnanimidade. Continua a ser um exibicionista de primeira, com muita coisa boa para exibir. Nada mudou. Nada aprendeu. É incrível. É inexplicável. É lindo.

Lembro-me do dia em 1970 em que pus a tocar o primeiro álbum de Paul McCartney. Eu fumegava de tão zangado. Era com isto que queriam colar os cacos dos corações partidos pelo fim dos Beatles?