Opinião

Depois de Ihor, fazer o SEF amar o que faz

Na fotografia, a viúva de Ihor olha-nos com um olhar tão duro, tão duro, que eu gostaria que ela não mudasse — nós precisamos de não esquecer.

Não sei porquê — quer dizer, sei —, por estes dias dei por mim a lembrar entradas em países estrangeiros, por aeroportos. Esta crónica, de início, segue com um rol de banalidades que quem já aterrou em outros países reconhece. Depois, vou permitir-me uma conclusão também ela banal. E como ela, a conclusão, está envolvida com morte violenta de homem, fica justificada a crónica. A morte violenta de um homem nunca pode ser banal.

Este conteúdo é exclusivo para assinantes

Pense bem, pense Público

O jornalismo livre, plural e independente precisa do seu apoio e do sem empenho cívico. Assine o PÚBLICO e tenha acesso ilimitado a todas as nossas notícias, opiniões, reportagens ou entrevistas. Não prescinda da sua cidadania plena e do seu direito de ser informado. Não deixe que as grandes questões em aberto na sociedade portuguesa lhe passem ao lado..

Junte-se a nós.