Prémio Távora distingue arquitectos Pedro Abranches Vasconcelos e Carlos Machado e Moura

Os dois arquitectos vão agora receber uma bolsa de seis mil euros para concretizar o projecto.

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A sede da Ordem dos Arquitectos no Porto Martin Henrik

Os arquitectos Pedro Abranches Vasconcelos e Carlos Machado e Moura venceram, por unanimidade, a 16.ª edição do Prémio Távora, anunciou na segunda-feira a Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN).

Em comunicado, a OASRN justificou a entrega do prémio à proposta Estrelas do mar: Fortificações Costeiras de Portugal Continental por “ser inédita, contribuindo para um conhecimento actualizado e sistemático do património defensivo costeiro, através da utilização do desenho e das novas tecnologias numa uniformização, em termos de apresentação”.

Os dois arquitectos vão agora receber uma bolsa de seis mil euros para concretizar o projecto proposto, cujo resultado deverá ser apresentado em Outubro do próximo ano.

O júri do prémio foi presidido pela jornalista Paula Moura Pinheiro e contou com Eduardo Queiroga, José Bernardo Távora, Paula Silva, Maria da Graça de Tavares e Távora Pereira Coutinho.

Pedro Abranches Vasconcelos licenciou-se em Arquitectura em 1993 pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) e tem o seu próprio atelier desde 1995, tendo sido professor na Escola Superior Artística da mesma cidade. Carlos Machado e Moura licenciou-se em Arquitectura também pela FAUP, em 2006, sendo pós-graduado em Património Arquitectónico e doutorando em Arquitectura.

O prémio é organizado pela OASRN em parceria com a Fundação Marques da Silva.

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