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Protestos contra brutalidade policial na Nigéria já resultaram em 69 mortos

Entre as vítimas mortais contam-se 51 civis, 11 polícias e sete militares. Protestos tiveram força policial acusada de tortura como ponto de partida. 

Veículos queimados na sequência dos confrontos EPA/AKINTUNDE AKINLEYE
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Veículos queimados na sequência dos confrontos EPA/AKINTUNDE AKINLEYE

Os protestos na Nigéria contra o Esquadrão Especial Antirroubo (SARS, em inglês), uma força policial acusada por grupos de defesa dos direitos humanos de ter matado e torturado civis, já fizeram 69 mortes. O Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, anunciou na sexta-feira que morreram nos confrontos 11 polícias e sete militares, num conflito que já tinha visto a morte de 51 civis. 

A contestação, que conta com uma forte mobilização de jovens, teve início depois de um vídeo de agressões alegadamente cometidas por membros do SARS ter sido divulgado nas redes sociais.

Como resposta aos protestos, o Governo nigeriano anunciou, no dia 11 de Outubro, que iria desmantelar esta força policial, mas tal não foi suficiente para demover os manifestantes, que reclamam o fim das agressões por parte das forças de segurança. Com Lusa

Autocarro carbonizado
Autocarro carbonizado EPA/AKINTUNDE AKINLEYE
Paragem de autocarro destruída
Paragem de autocarro destruída EPA/AKINTUNDE AKINLEYE
Estradas e veículos foram danificadas
Estradas e veículos foram danificadas EPA/AKINTUNDE AKINLEYE
Funcionário de limpeza urbana remove destroços dos confrontos
Funcionário de limpeza urbana remove destroços dos confrontos EPA/AKINTUNDE AKINLEYE
Nuvem de fumo provocado por um incêndio ateado junto a uma ponte
Nuvem de fumo provocado por um incêndio ateado junto a uma ponte Reuters/AFOLABI SOTUNDE
Consumidores visitam um dos mercados mais concorridos na cidade de lagos
Consumidores visitam um dos mercados mais concorridos na cidade de lagos Reuters/TEMILADE ADELAJA
Vidros partidos
Vidros partidos Reuters/AFOLABI SOTUNDE
Veículos foram incendiados em terminal de autocarros
Veículos foram incendiados em terminal de autocarros EPA/AKINTUNDE AKINLEYE
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