Opinião

O regime está podre — e Marcelo é cúmplice

Marcelo é tão responsável pela nomeação de José Tavares para o Tribunal de Contas como António Costa. O contínuo apodrecimento do regime democrático português é um trabalho que está a ser feito a quatro mãos.

De António Costa já se sabe que podemos esperar cada vez menos. Após um primeiro mandato em que ele, por causa do impacto da Operação Marquês e das próprias características da “geringonça”, fez algum esforço por se afastar da cultura socrática que afundou moralmente a democracia portuguesa e arrastou o país para a bancarrota, aquilo a que temos assistido nos últimos tempos é pouco menos do que um filme de terror.