A pandemia não suspendeu a democracia, mas restringiu e moldou a participação cidadã

Portugal deve incluir nas suas prioridades a reativação da vaga democratizadora nas políticas de proximidade.

É inquestionável que o novo coronavírus infetou as democracias, levando os seus decisores políticos a impor medidas sem precedentes. A crise sanitária gerou uma onda de regressão das liberdades e direitos cívicos em larga escala, embora com geometrias e intensidades variáveis.