Fotogaleria
LUSA/STEPHANIE LECOCQ
Fotogaleria
Reuters/YVES HERMAN
Fotogaleria
LUSA/STEPHANIE LECOCQ
Fotogaleria
LUSA/STEPHANIE LECOCQ
Fotogaleria
LUSA/STEPHANIE LECOCQ
Fotogaleria
LUSA/STEPHANIE LECOCQ
Fotogaleria
LUSA/STEPHANIE LECOCQ
Fotogaleria
Reuters/YVES HERMAN
Fotogaleria
Reuters/YVES HERMAN

Greenpeace afixa cartaz na sede da Comissão Europeia contra fogos na Amazónia

“Incêndios na Amazónia, Europa culpada”, lê-se na tarja afixada na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas.

Uma fachada da sede da Comissão Europeia, em Bruxelas, foi esta sexta-feira decorada pela Greenpeace com uma tarja gigante com a frase “Incêndios na Amazónia, Europa culpada” sobre uma imagem de fogos florestais, num alerta para a desflorestação da região.

Com esta acção, que decorreu de madrugada no Berlaymont, nome do edifício, a organização não-governamental ambiental Greenpeace quer chamar a atenção para a desflorestação da Amazónia, nomeadamente no Brasil, e pressionar a União Europeia (UE) para que actue em defesa da região.

“Os fogos na Amazónia estão longe, mas a Europa lança achas na fogueira: com a compra de soja e de outros produtos provenientes de zonas desflorestadas, a Europa é cúmplice da destruição em curso”, quer na região, quer noutros ecossistemas, segundo um comunicado da Greenpeace.

A ONG ambiental considera também que “os europeus devem poder fazer as suas compras confiantes de que nenhum artigo no seu supermercado terá contribuído para os fogos florestais ou violações dos direitos humanos”.

Segundo a Greenpeace, com as importações de carne de vaca, soja, óleo de palma, café e cacau, a UE é “responsável por mais de 10% da desflorestação no mundo”.

Um militante da Greenpeace presente junto ao Berlaymont disse à AFP que apesar dos compromissos assumidos por empresas de não contribuir para a desflorestação através das suas cadeias de abastecimento, o controlo sobre a origem dos produtos importados é insuficiente.

Sugerir correcção