Aldeia em Arcos de Valdevez afinal não foi evacuada. Fogo foi extinto

Evacuação estava prevista, mas os bombeiros conseguiram a “rotação das chamas” para longe das habitações. da evacuação. Às 19h, as chamas perto da aldeia de Cheda estavam dominadas.

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Às 19h, estavam a combater o fogo 54 operacionais, 13 viaturas e um meio aéreo LUSA/PAULO NOVAIS

A aldeia de Cheda, em Tabaçô, Arcos de Valdevez, acabou por não ser evacuada, como esteve previsto, porque os operacionais conseguiram a rotação das chamas no sentido contrário ao das habitações, e incêndio já foi extinto entretanto, segundo os bombeiros.

De acordo com o comandante dos bombeiros de Arcos de Valdevez, apesar de no local, as equipas estarem prontas para a retirada dos moradores, como chegou a ser anunciado, tal não foi necessário porque os operacionais que combatiam o incêndio conseguiram a “rotação das chamas” e que as mesmas seguissem em sentido contrário aos das habitações.

“O incêndio já se encontra apagado”, assegurou o comandante, realçando a cooperação entre os diferentes operacionais que actuaram no combate às chamas, onde às 19h estavam 54 operacionais e 13 viaturas, apoiadas pelo único meio aéreo sediado no Centro de Meios Aéreos de Arcos de Valdevez.

Em Monção, o incêndio que deflagrou cerca das 17h08 em Leiradelo, na União de Freguesias de Anhões e Luzio, permanecia activo cerca das 22h, mas o seu “nível de perigosidade” já diminuiu, assim como a intensidade do vento.

Segundo o comandante dos bombeiros de Monção, a zona habitacional de Leiradelo, que está integrada no programa Aldeia Segura/Pessoa Segura já se encontra fora de perigo.

Por volta das 22h30 combatiam este incêndio, 78 operacionais e 23 viaturas.

Em Viana do Castelo, o incêndio que deflagrou cerca das 9h20 na freguesia de Vila Nova de Anha, encontrava-se esta noite na “fase dominada”, assegurou o comandante dos bombeiros de Viana do Castelo, referindo, contudo, tratar-se de um “trabalho complicado” dada a “quantidade de material de fácil combustão que existe no terreno”. O fogo já tinha sido dado como dominado, tendo sofrido “reactivações intensas” que o aproximaram de habitações.

No local, estão 29 operacionais e nove viaturas de combate às chamas.

A mesma fonte da Protecção Civil disse que os incêndios de Viana do Castelo e Monção “são os que mais preocupam” e apontou “a rapidez com que os fogos estão a atingir dimensões de difícil combate e as várias ignições com intervalos de tempo muito curtos, que obrigam à dispersão dos meios disponíveis,” como as principais dificuldades enfrentadas pelos bombeiros.

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