Fernão Pires do espumante à colheita tardia, passando pelo “Fernão Pirão”

Na Quinta da Lapa houve uma prova de monovarietais apenas da casta Fernão Pires, que representa 30% das vinhas da região do Tejo – com uvas até no gaspacho e na sobremesa.

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Um cacho de Fernão Pires Gonçalo Villaverde

Dez minutos – vá lá, quinze, que isto de pôr jornalistas a vindimar tem os seus limites – já são suficientes para percebermos como os cachos de uvas da casta Fernão Pires são cheios, bem agarrados à videira, às vezes de tal forma que andamos com a tesoura de poda à procura de um espacinho para os cortar. É um instante enquanto enchemos uma caixa com muitos cachos carregados de uvas, bem formados, que dá gosto ver. E, sem suarmos demasiado, conseguimos impressionar q.b. com o nosso ritmo e produtividade.