Covid-19: Governo investe sete milhões em máscaras para o primeiro período lectivo

Ministro da Educação disse ainda que já chegaram às escolas “orientações, instruções e, obviamente, o reforço financeiro para comprarem álcool-gel, aventais, viseiras e luvas para os assistentes operacionais”.

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LUSA/ANTÓNIO COTRIM

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou nesta segunda-feira um investimento de sete milhões de euros para garantir máscaras e outros equipamentos de protecção individual às escolas para o regresso às aulas em Setembro.

Há uma semana, o ministro já tinha dito que seriam distribuídas máscaras e outros equipamentos de protecção individual às escolas.

“As orientações já seguiram para as escolas e, neste momento, os directores já se estão a preparar para fazer a aquisição das máscaras comunitárias. Toda gente terá, efectivamente, máscaras para poder enfrentar o primeiro período. Depois daremos a dotação às escolas para o segundo e terceiro períodos. Para o primeiro período, a dotação orçamental foi de sete milhões de euros”, afirmou o Tiago Brandão Rodrigues.

O governante, que falava aos jornalistas à margem da inauguração das obras de requalificação da Pousada da Juventude de Viana do Castelo, adiantou ter chegado às escolas “orientação, instruções e, obviamente, o reforço financeiro para comprarem álcool-gel, aventais, viseiras e luvas para os assistentes operacionais”.

Aumentar a segurança

“No fundo, todo o apetrechamento necessário para aumentarmos a segurança”, reforçou, salientando que estes equipamentos de protecção individual já tinham sido garantidos “no final do ano lectivo 2019/2020”.

O ministro da Educação destacou que a aquisição do material “certificado” deverá acontecer localmente para “agitar positivamente” a economia de cada região.

Questionado pelos jornalistas sobre o reforço de funcionários, o ministro da Educação garantiu que serão criadas “bolsas de contratação de assistentes operacionais, que passam também a incluir assistentes técnicos”.

“Fizemos algo que não existia até agora. Tanto os assistentes operacionais como os assistentes técnicos vão poder ser substituídos na possibilidade de algum faltar num período de 12 dias. Todas as escolas, a partir do próximo ano, vão ter uma reserva de recrutamento tanto para assistentes operacionais como assistentes técnicos. A partir do momento em que existe uma lista de substituição que actua rapidamente, essa questão [falta de funcionários] não se põe.”

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