Circulação de barcos restrita em dois portos da ilha das Flores

A proibição aplica-se “a toda a navegação não envolvida na operação, numa área circular com raio de 500 metros, centrada na cabeça do molhe do porto”.

portos,local,acores,
Foto
Paulo Pimenta

A circulação de embarcações no porto de recreio e núcleo de pesca das Lajes das Flores fica interdita a partir das 13h00 desta quinta-feira e, no porto de Ponta Delgada, a partir das 09h15 de sexta-feira.

A partir das 13h00 desta quinta-feira, “os movimentos de entrada e saída de embarcações no porto de recreio e núcleo de pesca das Lajes das Flores ficam interditos, devido ao posicionamento dos meios que efectuam os trabalhos”, informa a Capitania do Porto de Santa Cruz das Flores, nos Açores.

Sem especificar a que horas termina hoje o condicionamento, a Capitania refere que, “a partir das 09h00 do dia 10 de Julho”, esta sexta-feira, “devido à entrada em área portuária de explosivos, os movimentos de entrada e saída de embarcações (...) e circulação de pessoas e viaturas em terra, na infra-estrutura portuária associada àqueles núcleos, está apenas autorizada a agentes com encargos na empreitada”.

A restrição vigora “até à detonação e confirmação da inexistência de perigo, estando previsto que a detonação ocorra às 17h00 do dia 10 de Julho”, esclarece o comunicado.

A Capitania do Porto de Santa Cruz das Flores menciona, ainda, que “após os trabalhos de rebentamento subaquáticos terão lugar trabalhos de dragagem e limpeza, existindo a possibilidade de ser necessário condicionar os movimentos de entrada e saída de embarcações (...), em moldes a definir, que são atempadamente difundidos”.

No porto de Ponta Delgada, também na ilha das Flores, os trabalhos de rebentamentos subaquáticos começam a partir das 09h30, razão pela qual “fica interditada a entrada, circulação e permanência na área portuária, a partir das 09h15 e até a área ser considerada livre de perigo”.

Esta proibição aplica-se “a toda a navegação não envolvida na operação, numa área circular com raio de 500 metros, centrada na cabeça do molhe do porto”.

“A navegação não deve interferir com os trabalhos e deve seguir as indicações da Polícia Marítima”, que irá acompanhar a operação, apelou a Capitania.

Sugerir correcção