Mexia suspeito de corromper um ministro, um secretário de Estado e um director-geral

Isto além de o Ministério Público lhe imputar um quarto crime de corrupção activa que visa um assessor do então ministro da Economia Manuel Pinho que é desde 2009 da comissão executiva da REN. Terá igualmente favorecido o grupo Lena e a Odebrecht na ajudicação da construção da Barragem do Baixo Sabor.

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Sara Jesus Palma

O presidente executivo da EDP, António Mexia, e o presidente executivo da EDP Renováveis, João Manso Neto, são suspeitos de terem corrompido, em conjunto, um ministro, um secretário de Estado, um assessor governamental e um director-geral, imputações que integram o inquérito das rendas da EDP e que levaram os procuradores do caso a pedir a suspensão de funções de ambos na eléctrica nacional. O mesmo é solicitado para João Conceição, antigo assessor do então ministro da Economia Manuel Pinho, que terá sido corrompido pela dupla e que, desde 2009, faz parte da comissão executiva da Redes Energéticas Nacionais (REN).