Letreiros antigos levam-nos a uma cidade que já não existe

Dois designers andam há anos a recolher letreiros antigos e vão expor, a partir do 25 de Junho, aqueles que dizem respeito a Alvalade, em Lisboa. Criadores acreditam que é uma forma alternativa de “contar a história das cidades”.

Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha
Fotogaleria
Daniel Rocha

Espalhados sem ordem alguma, ora no chão, ora sobre mesas, cada um dos letreiros reclama a atenção à sua maneira - não fosse essa a sua principal função. Entre oculistas e farmácias, do garrafal “RITZ” do hotel à “Pastelaria Suíça”, a distância nunca foi tão curta. Há palavras soltas, umas moldadas em néon de outros tempos e outras inscritas em vidro e caixas de luz. Há letras de diversos tamanhos e tipologias, separadas da sua origem, e espalhadas pelo espaço, qual puzzle que aguarda ser resolvido. No total, são mais de 250 peças que compõe a colecção de letreiros que Rita Múrias e Paulo Barata guardam num dos espaçosos armazéns da Fundição de Oeiras à espera da próxima exposição. No entanto, o grande desejo de ambos é criar um museu com o espólio que foram recolhendo e preservando.